Sexualidade / Comportamento

O amor tem mesmo ciência?

As dificuldades começam logo na definição de amor, algo que é tudo menos fácil, pelo menos para a maioria. “Todos temos uma ideia do que é, mas é difícil encontrar duas pessoas como a mesma definição”, diz Nuno Amado, psicólogo e investigador na área da psicologia do amor. Donatella Marazziti, psiquiatra e especialista em biologia das relações afetivas, caracteriza o amor como “um sistema biopsicossocial, um processo que tem uma componente biológica, psicológica e social”, afirma.

“O que quer dizer que é semelhante a um organismo vivo. Muda com o tempo. Inicia-se num determinado momento, torna-se mais relevante porque passa da fase enamoramento para o amor, que pode durar para toda a vida se nos empenharmos muito”, refere. “É necessário haver intimidade, paixão e compromisso, como dizem alguns autores. E eu acrescentaria também o fascínio, ou seja, poder hipnótico que os membros do casal exercem um sobre o outro”, explica Nuno Amado, psicólogo.

Os mistérios da paixão inicial

Na maior parte dos casos, a paixão é o primeiro passo para o amor. Quem não sentiu já o acelerar do batimento cardíaco, um suor súbito, as mãos a tremer e uma energia que parece não querer diminuir na altura em que vê ou pensa no tal. Estas reações físicas são sinónimo de paixão, no entanto, o cérebro também denuncia este sentimento.

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