Política

Ministro do STF, Fux suspende ações contra Bolsonaro

Luiz Fux suspendeu as duas ações em que Jair Bolsonaro é réu no STF.
O ministro disse:
“Como é de conhecimento público, o réu foi empossado, em 1º de janeiro de 2019, no cargo de Presidente da República. Em razão disso, aplicam-se as normas da Constituição Federal, relativas à imunidade formal temporária do Chefe de Estado e de Governo, a impedir, no curso do mandato, o processamento dos feitos de natureza criminal contra ele instaurados por fatos anteriores à assunção do cargo”.

As duas ações eram relacionadas à petista Maria do Rosário.

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Um Comentário

  1. O início do affaire da petista Maria do Ossário Nunes e Jair Messias Bolsonaro se dá quando dona Ossário interrompe entrevista do colega deputado Jair Bolsonaro à Rede TV acusando, aos berros, ser Bolsonaro um estuprador.

    Bolsonaro falava do crime de tortura e assassinato do jovem Felipe Silva Caffé (19 anos) e da menor Liana Bei Friedenbach (16 anos), que após ser estruprada vários dias foi brutalmente assassinada (degola e esfarelamento do crânio) por quatro homens, sob a liderança do adolescente Champinha.

    Partícipe do crime foi condenado a 124 anos de prisão. Mas o líder Champinha, após seis meses na Fundação Casa, deveria ser liberado, pois a dona Maria do Ossário Nunes (PT/RS) entendia ser ele “uma pobre vítima da sociedade”.

    O Caso Liana Friedenbach e Felipe Caffé foi um crime ocorrido na zona rural de Embu-Guaçu, na Grande São Paulo, entre 1 e 5 de novembro de 2003.

    Paulo Vendelino Kons, de Brusque/SC

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