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Lei que garante acesso livre de personal trainer às academias muda realidade de profissionais de educação física

3 ANOS DE VIGÊNCIA

A Lei 10.774/2016, de autoria da deputada estadual Camila Toscano (PSDB), mudou a realidade dos profissionais de educação física. A propositura garante aos profissionais de educação física, que prestam seus serviços como personal trainer, acesso livre às academias para acompanhar seus clientes. O Conselho Regional de Educação Física da 10ª Região – Paraíba destacou que após a lei, não foram registrados mais problemas em relação a proibição do acesso de personal.

Neste domingo (1º), Dia do Profissional de Educação Física, Camila destacou que a lei está em vigor no Estado há três anos e beneficia os 6.620 profissionais de Educação Física registrados Conselho Regional de Educação Física da 10ª Região – Paraíba.

“Foi uma conquista da categoria que, junto conosco na Assembleia Legislativa essa Lei que resguarda um direito do profissional de Educação Física de acompanhar seus clientes na sua atividade rotineira de exercícios. E neste domingo parabenizo todos os profissionais do nosso Estado pelo profissionalismo e dedicação a profissão”, destacou a Camila.

O personal Rômulo Medeiros disse que a Lei garante mais tranquilidade na execução do trabalho junto aos alunos nas academias. “Foi uma ação importante para nós que atuamos nessa área. Com a Lei da deputada Camila Toscano podemos garantir um trabalho ainda mais eficaz com o acesso livre nas academias. Nosso trabalho melhorou muito nesses últimos três anos”, destacou.

Direito – Hoje, com a Lei, os usuários de academias de ginástica, devidamente matriculados, podem ingressar nestes estabelecimentos acompanhados por profissionais particulares de educação física, devidamente registrados no Conselho Regional de Educação Física, portando a cédula de identidade profissional.

Camila Toscano explicou ainda que o livre acesso é apenas para orientar e coordenar as atividades de seu cliente. “As academias de ginástica não poderão cobrar custos extras dos alunos nem dos profissionais de educação física para o desenvolvimento das atividades”, esclareceu.

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