Esportes

Kleina descarta assumir o Guarani e torcida protesta contra presidente

O plano A do Guarani para substituir Roberto Fonseca foi por água abaixo. Atendendo pedido dos familiares, Gilson Kleina recusou a proposta feita pela diretoria, que segue em busca de um novo treinador para sequência da Série B do Campeonato Brasileiro.

O estafe de Kleina estava disposto a aceitar a proposta de R$ 180 mil por mês para toda a comissão técnica até dezembro, além de uma premiação alta em caso de permanência na Série B. Mas o treinador acabou recuando depois de uma conversa com seus familiares.

Gilson Kleina tem forte ligação com a rival Ponte Preta, onde é o quarto treinador que mais dirigiu o clube na história, com 161 partidas. Sem o Plano A, a diretoria vai ao mercado atrás de um novo nome.

Na lanterna da Série B, com apenas 13 pontos, o Guarani volta a campo no domingo, contra o América-MG, no Independência, pela 18ª rodada. O time será comandado de forma interina pelo auxiliar-técnico Thiago Carpini.

Na noite desta quinta-feira, cerca de 100 torcedores protestaram em frente ao condomínio que reside o presidente Palmeron Mendes Filho, localizado próximo a Rodovia Anhanguera, em Campinas.

Os torcedores levaram faixas com os dizeres “Diretoria Incompetente” e “Palmeron Pinóquio”, além de fogos de artifícios. A manifestação durou cerca de duas horas e só terminou com a chegada das viaturas da Polícia Militar.

Apontado como o principal responsável pela crise no Guarani, Palmeron Mendes Filho deve se afastar do cargo de presidente para se defender do pedido de impeachment, que foi protocolado na semana passada por conselheiros e sócios do clube.

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