segunda-feira, julho 6, 2020
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Homem confessa que adolescente foi morta por repassar informações para facção rival em Cabedelo

Homem confessa que adolescente foi morta por repassar informações para facção rival em Cabedelo

O delegado Diego Garcia, do Núcleo de Homicídios da Delegacia de Cabedelo, confirmou que o homem preso no último sábado (23), após assalto a uma farmácia no Bessa, em João Pessoa, confessou ter assassinado uma adolescente de 15 anos, cujo corpo foi encontrado no início do mês em uma área de mangue em Jacaré, no município de Cabedelo. A jovem havia desaparecido no dia 29 de abril no bairro do Renascer.

Segundo Diego Garcia, desde o dia do crime, tanto a Polícia Civil quanto a Polícia Militar vinham realizando diligências com a finalidade de prender o suspeito. As investigações apontaram que ele é do Rio de Janeiro e passou um tempo fora da Paraíba, retornando nos últimos dias, quando voltou a praticar crimes em João Pessoa e Cabedelo, sendo preso no assalto à farmácia na praia do Bessa.

“Durante as investigações identificamos que ele voltou a morar em Cabedelo recentemente. No último sábado, ele foi praticar um assalto no Bessa e a Polícia Militar conseguiu efetuar a prisão do mesmo. Ao ser qualificado e interrogado pela Polícia Civil ele confessou a participação no crime”, relatou o delegado.

A motivação do crime, de acordo com o depoimento do suspeito, foi o fato da vítima, que é proveniente do Bairro dos Ipês, em João Pessoa, onde atua a facção “Estados Unidos”, ter enviado informações a integrantes dessa facção. “O fato é que no bairro do Renascer, em Cabedelo, local onde a adolescente morava ultimamente, a facção que comanda é a “Nova Alcaida”. Por isso ela foi assassinada”, disse Diego Garcia.

O depoimento do preso revelou ainda que ele deu os primeiros tiros na mão da vítima, a título de punição e tortura, em seguida os demais participantes do crime efetuaram os outros disparos. “As diligências continuam no sentido de identificar e localizar os demais integrantes do grupo e efetuar suas prisões”, concluiu

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