Destaque Entretenimento

Escritor lançará livro infantil em Duas Estradas

Como educar as nossas crianças para o cuidado e a proteção da natureza? Foi pensando nisso que o escritor Flávio José Rocha escreveu o livro infantil A Batalha pelas Folhas Sagradas. O livro foi lançado em junho do ano passado em formato digital para ser lido gratuitamente. Depois de ser acessado mais de mil vezes na internet em alguns meses (atualmente são mais de 2 mil acessos), o autor e a ilustradora do livro Rosali Ines Palosch decidiram que era hora de levar a história para o papel, já que muitos leitores fizeram o pedido para a publicação argumentando que as crianças gostam de poder manusear e rabiscar a história.

“O livro conta a história de uma formiga que não acredita muito no seu potencial para proteger uma árvore de onde ela tira as folhas para o seu alimento. Ela precisa lutar contra grandes animais na floresta. Claro que no final ela vence, mas há uma novidade nesta vitória que é repensar a relação não somente com a natureza, mas com a sua própria espécie e com os outros animais. O livro é uma fábula e como toda fábula ele quer passar uma mensagem. É preciso mudar a relação com a natureza, mas entre nós seres humanos também.” Comenta Flávio José Rocha, que é natural de Duas Estradas e atualmente vive em São Paulo onde, entre outras coisas, pesquisa sobre a questão da água no Brasil.

A Batalha pelas Folhas Sagradas será lançado neste domingo às 16hs30min no Espaço Cultural Antiga Estação de Duas Estradas. O lançamento faz parte do Projeto Estação da Leitura que reúne crianças, jovens e adultos com a proposta de criar novos leitores e recebe o apoio da Prefeitura Municipal de Duas Estadas.

Sobre o autor: Flávio José Rocha é mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela UFPB e doutor em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. É autor de Dom Helder Câmara; meditações pela integridade da criação (Editora Sal da Terra) e tem vários artigos publicados sobre Educação Ambiental, privatização da água no Brasil, meio ambiente e Teatro do Oprimido.

Comentar