segunda-feira, outubro 19, 2020
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Em retaliação a Lígia Feliciano, presidente do PDT de Guarabira é exonerada de cargo no Estado

Em retaliação a Lígia Feliciano, presidente do PDT de Guarabira é exonerada de cargo no Estado

Começou por Guarabira o processo de retaliação aos aliados da vice-governadora Lígia Feliciano. O Diário Oficial do Estado circula nesta quinta-feira (17) com ato de exoneração da presidente do PDT de Guarabira, Mônica Bandeira, esposa do presidente da Câmara Municipal de Guarabira, vereador Marcelo Bandeira (PDT). Ela ocupava o cargo de chefe do Núcleo Regional de Atendimento ao Servidor de Guarabira.
O PDT lançou a candidatura do advogado Teotônio Assunção a prefeito de Guarabira. O governador João Azevêdo apoia a candidatura de Roberto Paulino (MDB) e apresentou o candidato a vice-prefeito na chapa, Beto Meireles, pelo Cidadania. Marcelo Bandeira votou em João Azevêdo para governador, mas por não seguir o candidato apoiado por ele, sua esposa foi exonerada.
Há informações de aliados de Marcelo Bandeira, que ocupam cargos nas repartições do Estado, que estão recebendo ultimato para que se definam com quem estarão na disputa eleitoral, sob pena de serem também serem exonerados. Alguns estão sendo constrangidos a fazer foto com candidatos e até usar blusa com a cor da campanha de Paulino com medo de perder o emprego e ficar sem o sustento da família.
Antes das definições partidárias, quando Marcelo Bandeira ainda estava no PSB, era cortejado por Paulino para figurar como vice na chapa do MDB e chegou a ser convidado para se filiar ao MDB e possivelmente até ser candidato a prefeito pela legenda, mas preferiu ficar num partido da base de apoio ao governador. Com a aliança do MDB/Cidadania o governador João Azevêdo não levou em consideração o apoio obtido nas últimas eleições estaduais e retaliou Lígia e, por tabela, os aliados dela na cidade.
Em matéria divulgada num site de notícias ligado ao Cidadania de Guarabira, se especula que o governador poderá retaliar os demais pais e mães de família que estão ocupando cargos, que mesmo sendo seguidores de João Azevêdo, podem ficar sem dinheiro para fazer a feira por causa de posição política. A permanência no emprego, segundo insinua a publicação, dependerá do apoio a Paulino, numa clara e manifesta perseguição política.

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