Sexualidade / Comportamento

Zonas de prazer do seu corpo que você provavelmente não explorou

(Foto: Think Stock/Getty Images)

1. Pulsos

A pele fina daquela região onde a gente passa perfume (bem onde dá para sentir os batimentos cardíacos, sabe?) torna a área especialmente sensível. Peça para o boy beijá-los devagar ou amarrá-los gentilmente com um cachecol ou uma gravata durante as preliminares.

2. O outro lado da orelha

Aquela parte mais saltada atrás das suas orelhas é uma ótima fonte de arrepios – e tesão! – quando tocada ou lambida. Dali para mordidinhas no lóbulo vai dar arrepios como nunca antes você sentiu.

3. Entre os seios

Alguns gurus espirituais acreditam que estimular o “centro do coração” – meio do tórax – desbloqueia o fluxo de energia no organismo. Durante o sexo, alterne toques na vulva e na região e, enquanto inspira, imagine como se estivesse transferindo a energia de baixo para cima até sentir um pico de prazer. Isso pode, inclusive, aumentar a profundidade da conexão emocional com quem estiver com você.

4. Uretra

Graças à proximidade dela com o clitóris, tocar a entrada do canal por onde sai o xixi conta como estimulação clitoriana indireta. Os movimentos podem ser os mesmo que você faz (ou recebe) para estimular o clitóris – circulares e de baixo para cima, fazendo uma leve pressão.

5. Cérvix

Localizado no topo do canal vaginal, perto da entrada do útero, está nesta lista porque fica próximo ao nervo vago, espécie de mensageiro que envia ao cérebro informações que podem levar a um clímax superintenso. Vale investir em um vibrador para penetração.

6. Bumbum

Tem um monte de terminações nervosas, então é uma área sensível e, consequentemente, prazerosa. E não estamos falando de sexo anal! Mordidinhas e leves arranhões são capazes que dar sensações que vão subir pelo seu corpo.

7. Joelhos

Oi? Isso mesmo. Muitas vezes ignorada, a parte posterior do joelho é perfeita para receber beijos e toques suaves – como a região é muito sensível, exagerar na intensidade provocaria cócegas ou movimentos involuntários.

Fontes: Alyssa Dweck (ginecologista), Sadie Allison (sexóloga) e Layla Martin (professora de sexo tântrico)

Por Cosmopolitan

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