Negociação acaba com rebelião de 14 horas na cadeia pública de Esperança
Eles reclamavam da super lotação das celas, já que a cadeia pública tem capacidade para 20 presos e estava com 50 homens.
A Polícia Militar e os agentes penitenciários já estão no controle da Cadeia Pública de Esperança, município do agreste paraibano, depois de uma rebelião que durou aproximadamente 14 horas.
O motim começou por volta das sete da noite da quarta-feira (dia 12) e só terminou na manhã desta quinta-feira (dia 13). O movimento começou depois de uma briga em uma das celas, os presos pegaram três colegas como reféns.
Eles reclamavam da super lotação das celas, já que a cadeia pública tem capacidade para 20 presos e estava com 50 homens. O fim da rebelião foi possível depois de uma negociação envolveu a direção da Cadeia Pública, o juiz da vara da Execução Penal, Jailson Suassuna, o promotor de Justiça Otacílio Cordeiro e o capitão Tavares do Grupo de Ações Táticas Especiais da PM.
Ficou acertado que vai ser feito um mutirão para fazer uma revisão dos processos, já que os presos alegam que existem apenados com direito a liberdade, transferência de presos para o Complexo Penitenciário do Serrotão, em Campina Grande, para reduzir a super lotação e a construção de um novo presídio com instalações adequadas a realidade carcerária.
Três presos tomados como reféns foram libertados e outros dois que ficaram feridos foram levados para o hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, onde vão ficar custodiados.
Paraiba.com.br

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