Abdon Miranda envia nota de esclarecimentos sobre acusações a ele atribuídas
Após ser acusado de estelionato por um grupo de estudantes universitários da cidade de Mulungu, que integrava o corpo discente [...]
Após ser acusado de estelionato por um grupo de estudantes universitários da cidade de Mulungu, que integrava o corpo discente da Universidade Albert Einstein, polo do Instituto Educar, sob a responsabilidade de Abdon Miranda e da Professora Vilma Franca, sua esposa, Abdon enviou a nossa redação um comunicado, explicando os motivos que levaram ao fechamento da unidade educacional de ensino superior naquele município. Por telefone Abdon chegou a nos dizer que é com tristeza que soube das acusações que a ele foram imputadas pelos seus ex-alunos.
A denúncia
O repórter Jota Alves, da Rádio Constelação FM, reproduziu nesta manhã desta segunda-feira (22)matéria gravada com um grupo de estudantes universitários da cidade de Mulungu, dizendo-se lezados pelo proprietário da Universidade Albert Einstein, Abdom Miranda. Os estudantes, em torno de 42, estão cobrando a devolução de todo o dinheiro, por eles pago, durante um ano. As mensalidades custavam uma média de R$ 150,00.
Outra grave denúncia feita pelos universitários é de que a Universidade Albert Einstein é fictícia, pois não há nenhum registro no Ministério da Educação e Cultura. O empresário foi procurado pela imprensa mais não foi localizado. Informações não oficiais dão conta de que o mesmo teria embarcado para Brasília na ultima sexta-feira (19) ao lado da esposa.
O prejuízo, segundo os estudantes chega a R$ 75.600 (setenta e cinco mil e seiscentos reais) se multiplicados os valores da mensalidade (150) com o número de estudantes (42), multiplicados por 12 meses (equivalente a um ano estudado). O assunto se transformou numa verdadeira polêmica na cidade e região do Brejo, tendo em vista que Abdom é bem relacionado com empresários e políticos de Guarabira e região. Os universitários prometem acionar a justiça para encontrar a solução para o problema.
A nota
Nota Pública de Esclarecimento
Nos anos mais recentes, diversas instituições dedicadas ao ensino vêm ofertando Cursos de Graduação “semi-presenciais”, realizados , em geral, nos finais de semana.
O mais conhecido destes cursos, oferecido inclusive por uma Instituição de Ensino Superior Pública do Estado do Ceará, já formou centenas de licenciados em várias áreas. A exemplo desta, diversas outras entidades privadas vêm atuando do mesmo modo em todo o país.
De maneira análoga, o Instituto Educar, buscando viabilizar cursos de graduação para cidades do interior do Estado da Paraíba, conveniou-se com o Instituto Panamericano que detinha, até então, vagas remanescentes de Instituições de Ensino Superior devidamente credenciadas pelo MEC.
De boa fé e acreditando tratar-se de uma atividade totalmente legal, o Instituto Educar passou a oferecer Cursos de Graduação nos finais de semana em diversas cidades do interior do Estado. Os referidos cursos foram ofertados sempre com zelo, denodo, qualidade de ensino e exemplar acompanhamento acadêmico e documental, gerando uma grande credibilidade e demanda pelos mesmos em toda região.
Contudo, mesmo que o serviço de ministração de aulas viesse sendo prestado com toda a responsabilidade e cuidado, o Instituto Educar se preocupou sempre em auditar a modalidade de ensino semi-presencial oferecida pelo seu parceiro.
Foi quando, após criteriosa análise da viabilidade legal dos Cursos Superiores ofertados, concluiu que seria mais adequado adotar a modalidade à distância, uma vez que a mesma está totalmente adequada às normas preconizadas pelo MEC, não restando qualquer margem para futuros questionamentos legais sobre os diplomas oferecidos.
A medida teve como objetivo garantir a absoluta legalidade dos certificados e dar tranqüilidade aos futuros bacharéis e licenciados, que passariam a ter plena certeza de que, uma vez formados, gozariam de todos os seus direitos.
O Instituto Educar resolveu comunicar a sua decisão aos seus alunos, explicando as razões para a migração. Quando do referido comunicado, foi esclarecido o seguinte:
1. Que todos os alunos estariam automaticamente inscritos no processo seletivo das Instituções de Ensino Superior credenciadas pelo MEC, que possuem pólos que poderiam atender plenamente a todas as cidades;
2. Aqueles alunos que não aceitassem a migração para a nova modalidade, teriam ressarcidos os valores pagos em parcelas, de conformidade com um plano de pagamento a ser estabelecido individualmente, caso a caso, entre o aluno e o Instituto.
3. Todos os alunos que aceitaram a migração também estão recebendo de volta as mensalidades pagas ao Instituto.
Esclarecemos, portanto, que o Instituto Educar vem cumprindo com o que acertou, devolvendo parcelas mensais para mais de 90 alunos nas cidades de Sapé, Areia, Belém e Guarabira. Dentro da programação financeira realizada para esta finalidade, os alunos da cidade de Mulungu estão programados para serem restituídos a partir do dia 10 de janeiro de 2011.
Esclarecemos que os responsáveis pelo Instituto Educar, Dr. Abdon Miranda e Profa. Vilma Franca, encontram-se atendendo normalmente aos seus ex-alunos na Rua Epitácio Pessoa, n. 20, térreo, sala 4, em frente à “Casa 15”, Centro – Guarabira.
O Instituto Educar garante o ressarcimento até o último centavo de todos os alunos que acreditaram neste sonho, mesmo tendo arcado de forma unilateral com todas as despesas de manutenção dos cursos e de oferta das aulas que foram efetivamente ministradas com os melhores professores e coordenadores disponíveis.
Finalmente registramos que o Direito de expressão é sagrado, porém lamentamos alguns excessos verbais que ocorreram nos últimos dias, através da imprensa, ofensivas e injustas, pois os diretores do Instituto Educar, principalmente Abdon Miranda, não é nenhum aventureiro ou golpista, mas um homem que tem grande contribuição para esta região.
Instituto Educar

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